Unifadra Dracena traz curso de Fisioterapia alinhado às transformações da profissão

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15/07/2026


A Unifadra amplia sua atuação na área da saúde com o curso de Fisioterapia, estruturado a partir do conceito de Fisioterapia 4.0, que integra à prática tradicional tecnologias digitais, inteligência de dados e inovação, tornando a avaliação, o tratamento e o acompanhamento dos pacientes mais precisos, personalizados e eficientes.

A proposta da Unifadra alia uma formação sólida aos avanços tecnológicos que estão transformando a prática profissional, preparando os estudantes para um mercado cada vez mais conectado à inteligência artificial, robótica, realidade virtual, realidade aumentada e demais recursos da saúde digital.

A fisioterapeuta e coordenadora do curso, Profa. Dra. Luciana Ota, explica que a fisioterapia evoluiu e vai muito além da reabilitação. Segundo ela, o profissional atua de forma decisiva também na prevenção, no diagnóstico funcional, no monitoramento dos pacientes e em praticamente todas as especialidades da área da saúde.

"A fisioterapia deixou de ser vista apenas como reabilitação. Hoje, o profissional participa da prevenção, do tratamento, do acompanhamento e da promoção da saúde, com possibilidades de atuação cada vez mais amplas e que envolve o uso de recursos como teleatendimento, sensores, dispositivos vestíveis e softwares de monitoramento para apoiar a tomada de decisão clínica e ampliar a qualidade do cuidado ao paciente", destaca.

“As tecnologias permitem ao profissional acompanhar o paciente fora do consultório, fora do ambulatório, entrando na rotina, no dia a dia dele. Imagine um paciente ter que fazer o mesmo exercício três vezes por semana. A possibilidade de acompanhamento ao longo desse processo favorece maior adesão ao tratamento, motivação para sua continuidade e permite a oferta de orientações e intervenções oportunas sempre que necessário”.

O diferencial do novo curso está na integração entre a formação tradicional e as tecnologias que vêm transformando a profissão. Os estudantes terão contato com ferramentas que potencializam os processos de avaliação, definição de tratamentos, acompanhamento da evolução dos pacientes e monitoramento remoto, proporcionando maior precisão e novas possibilidades de intervenção.

"As tecnologias não substituem o fisioterapeuta. Elas qualificam sua atuação e tornam as decisões mais objetivas, além de favorecerem o engajamento dos pacientes durante o tratamento", afirma Luciana.

Outro destaque é a matriz curricular, desenvolvida para acompanhar as exigências do mercado. O curso reúne a experiência institucional com metodologias ativas de aprendizagem, docentes capacitados e uma formação voltada às transformações provocadas pela inteligência artificial e pela Indústria 4.0.

"O aluno iniciará a graduação já inserido nessa realidade. Nossa proposta é formar um profissional preparado para utilizar as tecnologias de forma crítica, ética e integrada ao cuidado com o paciente."

A atuação do fisioterapeuta tem se expandido para áreas como laboratórios de inovação, onde o profissional é essencial na produção de equipamentos e sistemas adaptados, como órteses e exoesqueletos. "Nesse processo, o fisioterapeuta é quem deve orientar os desenvolvedores desses equipamentos e sistemas", pontua Luciana.

A coordenadora ressalta que a inovação tecnológica será acompanhada pela valorização da formação humana. “Embora o curso esteja fundamentado nos avanços da saúde digital, a humanização do atendimento permanece como um dos pilares da graduação na Unifadra Dracena. Não podemos falar em tecnologia sem fortalecer aquilo que é essencial na saúde: o acolhimento, a relação com o paciente e a assistência humanizada", destaca.

Desde os primeiros períodos, os estudantes terão contato com atividades práticas e projetos voltados à comunidade, favorecendo uma aproximação precoce com a realidade profissional e com a relação terapeuta-paciente.

O curso também contempla áreas que apresentam crescente demanda, como fisioterapia esportiva e fisioterapia dermatofuncional, acompanhando as novas possibilidades de atuação profissional e a evolução tecnológica aplicada à saúde.

Para Luciana Ota, o objetivo é formar fisioterapeutas que estejam preparados para uma profissão em constante transformação. "Queremos que nossos alunos concluam a graduação olhando para o futuro da fisioterapia, sem abrir mão da excelência técnica, da inovação e da humanização no cuidado às pessoas".


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